<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Cesar Maia &#187; Notícias</title>
	<atom:link href="http://www.cesarmaia.com.br/category/novidades-publicacoes/noticia/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.cesarmaia.com.br</link>
	<description>Site oficial do ex-prefeito Cesar Maia</description>
	<lastBuildDate>Sat, 03 Sep 2011 02:08:23 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Cesar Maia é eleito vice-presidente da IDC</title>
		<link>http://www.cesarmaia.com.br/2011/06/cesar-maia-e-eleito-vice-presidente-da-idc/</link>
		<comments>http://www.cesarmaia.com.br/2011/06/cesar-maia-e-eleito-vice-presidente-da-idc/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 27 Jun 2011 15:20:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Cesar Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cesarmaia.com.br/?p=3752</guid>
		<description><![CDATA[Cesar Maia foi eleito Vice-Presidente da  Internacional Democrata de Centro – IDC por unanimidade.
 <a href="http://www.cesarmaia.com.br/2011/06/cesar-maia-e-eleito-vice-presidente-da-idc/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Na reunião do Comitê Executivo da IDC, realizada na última sexta-feira (24) em Bruxelas, Cesar Maia foi eleito Vice-Presidente da  Internacional Democrata de Centro – IDC. Cesar foi indicado pelo presidente do DEM, senador José Agripino Maia. Seu nome foi apresentado na reunião pelo Secretario Geral da IDC, Antonio Lopez-Isturiz, e foi aprovado por unanimidade.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cesarmaia.com.br/2011/06/cesar-maia-e-eleito-vice-presidente-da-idc/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Presidentes, PIB e política</title>
		<link>http://www.cesarmaia.com.br/2011/03/presidentes-pib-e-politica/</link>
		<comments>http://www.cesarmaia.com.br/2011/03/presidentes-pib-e-politica/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 13 Mar 2011 23:05:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Cesar Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cesarmaia.com.br/?p=3732</guid>
		<description><![CDATA[Folha de São Paulo, 12/3/2011 A divulgação, por Reinaldo Gonçalves, das taxas de crescimento do PIB por período presidencial provoca a análise. O crescimento econômico atribuído a JK é na verdade um longo ciclo no pós-Guerra. Na segunda metade dos &#8230; <a href="http://www.cesarmaia.com.br/2011/03/presidentes-pib-e-politica/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Folha de São Paulo, 12/3/2011</em><br />
A divulgação, por Reinaldo Gonçalves, das taxas de crescimento do PIB por período presidencial provoca a análise. O crescimento econômico atribuído a JK é na verdade um longo ciclo no pós-Guerra. Na segunda metade dos anos 1940, com Dutra, a economia cresceu 7,6%, em média.</p>
<p>Na primeira metade dos anos 1950, com Vargas e até a posse de JK, cresceu 6,7%, em média. Com JK, o crescimento médio foi de 8,1%.</p>
<p>No primeiro ano do governo Jânio Quadros (renunciou em agosto de 1961), cresceu 8,6%.<span id="more-3732"></span></p>
<p>Portanto, em 16 anos do pós-Guerra, a economia brasileira cresceu, em média, 7,5% ao ano, com pouca variação entre os governos.</p>
<p>Nos períodos de turbulência política, a taxa de crescimento fica muito abaixo. Com Floriano Peixoto (Revolta da Armada), a taxa média de três anos de governo acusou decréscimo de 7,5%. No período Collor, também de três anos, outro decréscimo (-1,3%).</p>
<p>Foram os dois únicos períodos governamentais na República com queda do PIB. Inclua-se como períodos de turbulência os governos Arthur Bernardes (estado de sítio) e João Goulart (até o golpe de 1964), com média de 3,7% e 3,6%, respectivamente.</p>
<p>No período Hermes da Fonseca (revolta dos marinheiros, dos fuzileiros navais, estado de sítio e intervenção em Estados do Nordeste), a taxa média foi de 3,5%. No período de Wenceslau Braz, durante a Primeira Guerra Mundial, a média de crescimento foi de 2,1%. Ao contrário da Segunda Guerra, que impulsionou as exportações, na Primeira Guerra, com o bloqueio continental, o efeito foi contrário.</p>
<p>Os períodos governamentais de ajuste econômico também produziram redução da taxa de crescimento do PIB.</p>
<p>Em primeiro lugar, Campos Salles, que realizou duras medidas exigidas pelo Encilhamento no início da República. A economia cresceu, em média, 3,1%. De certa forma se pode incluir o período FHC como de ajustes econômicos, pelas reformas adotadas e pelas respostas às crises asiática e russa. O crescimento médio foi de 2,3%. No núcleo das crises de 1998-99, foi de 0,4%.</p>
<p>O ajuste econômico durante o governo Castello Branco foi rápido, compensado pela expectativa favorável do empresariado, pelo apoio internacional e pelas medidas que aliviaram as cargas tributária e trabalhista e alinharam preços. Só no ano do ajuste de 1965 houve menor crescimento. No período, a taxa média foi de 4,6%.</p>
<p>O período Figueiredo terminou sendo o desaguadouro da crise do petróleo e da transição política, e a taxa média de crescimento foi de 2,4%. O primeiro governo Lula exigiu ajustes, e a taxa média foi de 3,5%. E no segundo, incluindo o ano de crise de 2009, o crescimento teve a mesma média do período republicano: 4,5%.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cesarmaia.com.br/2011/03/presidentes-pib-e-politica/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Os cortesãos</title>
		<link>http://www.cesarmaia.com.br/2011/02/os-cortesaos/</link>
		<comments>http://www.cesarmaia.com.br/2011/02/os-cortesaos/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 22 Feb 2011 20:00:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Cesar Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cesarmaia.com.br/?p=3724</guid>
		<description><![CDATA[Fonte Folha de São Paulo A disputa de cargos, em todos os níveis, e de benesses governamentais, entre os partidos que apoiam o governo federal, remete ao sistema de cortes das monarquias nos séculos 16 e 17. As cortes palacianas &#8230; <a href="http://www.cesarmaia.com.br/2011/02/os-cortesaos/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><em>Fonte Folha de São Paulo<br />
</em>A disputa de cargos, em todos os níveis, e de benesses governamentais, entre os partidos que apoiam o governo federal, remete ao sistema de cortes das monarquias nos séculos 16 e 17. As cortes palacianas viviam no entorno dos reis, disputando cargos, concessões e favores.</p>
<p>Os homens fortes das cortes eram aqueles que, por proximidade com reis e rainhas, conseguiam para seus apaniguados decisões que lhes davam poder e riqueza. As cortes dos vice-reis na América hispânica aprofundaram o sistema. As &#8220;encomiendas&#8221;, por exemplo, eram concessões de caráter feudal com cessão de terras e seus índios, para o uso econômico e deleite dos &#8220;encomenderos&#8221;. Outro exemplo era o &#8220;corregimiento&#8221;, uma região onde o &#8220;corregidor&#8221; tinha todos os poderes e onde esse poder até se comprava.</p>
<p>Os vice-reis da Espanha no Peru e no México (Nova Espanha), nos séculos 16 e 17, com status de &#8220;alter ego&#8221; do rei, punham e dispunham sobre tais concessões. Em torno deles, construíram-se amplas cortes que se dividiam em funções administrativas e de proximidade com o vice-rei.</p>
<p>Era tão bom, que fazer parte do séquito de um vice-rei nomeado na Espanha tinha preço. A orientação básica da coroa era prestigiar os chamados &#8220;beneméritos&#8221;, ou seja, os que chegaram na frente para conquistar e colonizar.</p>
<p>Mas o que ocorria eram nomeações e concessões ao grupo íntimo do vice-rei ou aos indicados por ele. Os abusos chegaram a tal ponto que, em 1619, o rei Felipe 3º regulamentou a ocupação de cargos, proibindo empregar e fazer concessões a parentes até o quarto grau.</p>
<p>Em 1660, Felipe 4º repetiu a mesma resolução, pois as cortes no Peru e na Nova Espanha não haviam dado a menor bola para a determinação.</p>
<p>A solução no século 18 foi tirar poder dos vice-reis e transformá-los em burocratas do Estado espanhol.</p>
<p>O que vemos por aqui é uma adaptação disso. Um partido tem direito de nomear em órgãos que passam a ser suas &#8220;encomiendas&#8221;. O quoteo de ministérios, órgãos e empresas estatais são como &#8220;corregimientos&#8221;. O líder de bancada de prestigio é aquele que, por proximidade com o poder ou por intimidação, abre amplos espaços para os seus protegidos. Mesmo que indiretamente, isso tudo tem um preço.</p>
<p>Não tão abertamente como as vagas no séquito dos vice-reis, mas de forma mais intensa e rentável. Como nas cortes, vai se criando um hábito.</p>
<p>E só se lembra do método quando os desvios são publicados. Os servidores profissionais independentes vão ficando de lado, como ocorreu aos &#8220;beneméritos&#8221;. E -da mesma forma que os Felipes 3º e 4º- não será por falta de leis, decretos e resoluções. Enquanto isso o Estado vai ficando caro, improdutivo, ineficiente, e algumas vezes, corrupto.</p>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cesarmaia.com.br/2011/02/os-cortesaos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>“O DEM não se juntará ao PMDB”</title>
		<link>http://www.cesarmaia.com.br/2011/01/%e2%80%9co-dem-nao-se-juntara-ao-pmdb%e2%80%9d/</link>
		<comments>http://www.cesarmaia.com.br/2011/01/%e2%80%9co-dem-nao-se-juntara-ao-pmdb%e2%80%9d/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 24 Jan 2011 21:01:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Cesar Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cesarmaia.com.br/?p=3718</guid>
		<description><![CDATA[Entrevista a Daniel Haidar. Valor Econômico, 24/1/11 <a href="http://www.cesarmaia.com.br/2011/01/%e2%80%9co-dem-nao-se-juntara-ao-pmdb%e2%80%9d/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O polêmico ex-prefeito rejeita fusão de legendas e garante que a oposição vai se fortalecer ao longo do ano.</strong></p>
<p>O ex-prefeito do Rio de Janeiro Cesar Maia (DEM) dá como certa a vitória do candidato à presidência dos Democratas José Agripino Maia na convenção do partido do dia 15 de março para sacramentar o novo líder do legenda.</p>
<p>Pai de Rodrigo, atual presidente do DEM, e primo de Agripino, Cesar é um dos opositores à candidatura de Marco Maciel, apoiada pela ala de Jorge e Paulo Bornhausen.</p>
<p>Aos 65 anos, Maia vive uma invernada do poder desde que deixou a prefeitura em 2008. Ficou em quarto lugar na disputa ao Senado pelo Rio, com 1,6 milhão de votos (11%) no estado e 834 mil na capital fluminense (14,5% dos votos válidos na cidade).</p>
<p>Ele está de olho em uma das 37 vagas que o Brasil deverá ter no Parlamento do Mercosul (Parlasul) e descarta concorrer em 2012 à Prefeitura do Rio. &#8220;Acho que não vale a pena.&#8221;</p>
<p><strong>Como apaziguar os atritos para decidir a presidência do DEM?</strong></p>
<p>Está se disputando uma coisa que tem valor. Se não tivesse, faríamos uma convenção, alteraríamos uma cláusula do programa e sairia quem quer. Uma das razões desse valor é que o DEM está sendo muito procurado para ver de que maneira se pode aderir para ser candidato a prefeito.</p>
<p><strong>O senhor apoia José Agripino para presidente do partido?</strong></p>
<p>Não apoio ninguém. Nunca participei de disputa partidária. É uma perda de tempo. Estive com Zé Agripino no dia 31 de dezembro e ele disse ter certeza que vai unificar o partido. Fizeram convite ao Marco Maciel para ser candidato a presidente, mas ele é um santo, não pode entrar em disputa, é imortal da Academia Brasileira de Letras. Teria que ser ungido e montar um grupo de vice-presidentes para tocar a máquina partidária.</p>
<p><strong>Então qual a chance de a ala que se opõe a Agripino vencer?</strong></p>
<p>A única coisa que gerou disputa dentro do DEM é que se falou que há um grupo (que eu não acredito), liderado pelo prefeito Gilberto Kassab, cujo projeto era assumir a direção do DEM para promover fusão com o PMDB. Mas grande maioria do partido não quer fusão com ninguém. Se é verdade, essa tese se tornou perdedora no DEM.</p>
<p><strong>Qual deve ser o foco da atuação política do DEM neste ano?</strong></p>
<p>A curva da economia e da política ao longo de 2011 é declinante para o governo. Portanto, se desenha uma situação em que a oposição tem que entrar e agir.</p>
<p><strong>O senhor será candidato a prefeito em 2012?</strong></p>
<p>Quero ser deputado do Parlamento do Mercosul [com eleição prevista para 2012 ou 2014]. Estou esperando apenas que o Congresso aprove as regras, parece que vai ser voto em lista. Conheço a América Latina bem, seria natural caminhar nessa direção. Não existirão condições para que eu possa ser candidato a prefeito. Não posso ser candidato com 20% dos votos, que é o que eu tenho na cidade do Rio. Acho que não vale a pena disputar a prefeitura.</p>
<p><strong>Então quem seria o candidato do partido para prefeito?</strong></p>
<p>Há quatro vetores competitivos no Rio. O primeiro são os evangélicos. Existe uma esquerda light, que mais uma vez terá um candidato que vai ganhar na Zona Sul. Tem o PMDB, uma candidatura da máquina. E tem a gente, e espero que venha o PSDB junto. Nosso grupo tem três nomes competitivos: Otávio Leite (PSDB), Rodrigo Maia e Índio da Costa. Independentemente de quem for o candidato, posso contribuir com a base eleitoral que tenho.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cesarmaia.com.br/2011/01/%e2%80%9co-dem-nao-se-juntara-ao-pmdb%e2%80%9d/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Entrevista: Cesar Maia fala sobre as disputas no DEM</title>
		<link>http://www.cesarmaia.com.br/2011/01/entrevista-cesar-maia-fala-sobre-as-disputas-no-dem/</link>
		<comments>http://www.cesarmaia.com.br/2011/01/entrevista-cesar-maia-fala-sobre-as-disputas-no-dem/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 19 Jan 2011 17:27:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Cesar Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Novidades e Publicações]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cesarmaia.com.br/?p=3711</guid>
		<description><![CDATA[Ex-Blog entrevista Cesar Maia: EB- Como vê as disputas internas no DEM? CM- Se há disputa, e se ela é tão intensa como aparece na imprensa, é porque a importância do DEM continua grande. Ninguém disputaria assim sem achar que &#8230; <a href="http://www.cesarmaia.com.br/2011/01/entrevista-cesar-maia-fala-sobre-as-disputas-no-dem/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ex-Blog entrevista Cesar Maia:</p>
<p>EB- Como vê as disputas internas no DEM? </p>
<p>CM- Se há disputa, e se ela é tão intensa como aparece na imprensa, é porque a importância do DEM continua grande. Ninguém disputaria assim sem achar que vale a pena. São 43 deputados federais, 6 senadores, 500 prefeitos, milhares de vereadores e deputados estaduais. </p>
<p>EB- Fala-se que, se um lado vencer, haveria a fusão com o PMDB. </p>
<p>CM- A executiva do DEM, por unanimidade, em dezembro, decidiu que não haverá nenhuma fusão.</p>
<p>EB- Mas é o que se divulga. </p>
<p>CM- Se for fato, os que estão contra qualquer fusão se somariam e passariam a ser quase a totalidade do DEM. Por isso, não acredito em fusão. </p>
<p>EB- Mas o prefeito Kassab tem mostrado seu incômodo. </p>
<p>CM- Nesse sentido acho que ele tem toda a razão, pois a política em SP tem sido binária entre PSDB e PT. O PMDB elegeu apenas um deputado federal; seu presidente faleceu e se abriu um vácuo. Com estes elementos, é natural que um prefeito bem sucedido como Kassab desenvolva suas estratégias com vistas a 2012 e 2014. Mas isso não produz nenhuma divergência no DEM. Fortalecer o prefeito é interesse de todos.</p>
<p>EB- Falou-se em várias candidaturas a presidente do DEM para a convenção de 15 de março. Como será a disputa? </p>
<p>CM- Pelas últimas informações, o senador José Agripino aceitou a candidatura independente de surgir outro candidato. Essa decisão do senador, e nosso líder no senado, elimina disputas. Ele disse, nesta semana, aos jornais: &#8220;Aceito a disputa como missão para reunificar o partido&#8221;. Ele usou a expressão &#8220;disputa&#8221;. Do meu ponto de vista, essa decisão do senador -desde já-, produz a unidade do DEM. E a convergência das correntes passa a ser um fato. Elimina a &#8220;disputa&#8221;.</p>
<p>EB- Mas a convivência dessas correntes no DEM não será incômoda? </p>
<p>CM- Em todas as convenções do PT suas diversas correntes disputam, adotando até nomes diferentes. E isso é visto por todos como um sintoma de fortalecimento do PT. Por que a mesma coisa não seria um sintoma de fortalecimento do DEM?</p>
<p>EB- Mas em 1 de fevereiro haverá a disputa para a liderança do DEM na Câmara de Deputados. A disputa estaria acirrada. </p>
<p>CM- Independente do favoritismo do deputado ACM Neto, o mais votado do partido no país, e membro atual da mesa diretora, um último fato, carregado de injustiça, em relação ao outro nome que vinha sendo colocado, terminou por antecipar a convergência de nossa bancada em torno de ACM Neto. E em respeito àquele. Pelo menos é o que vejo de longe.</p>
<p>EB- A oposição não ficou muito esvaziada depois da eleição? </p>
<p>CM- Lembro que Brizola dizia que, numa eleição, quem ganha tudo, leva tudo, inclusive os problemas e os conflitos internos que serão inevitáveis. No DEM, temos visto um surpreendente fluxo de contatos de quem pretende ser candidato a prefeito e a vereador pelo Brasil todo. Deputados -da chamada base aliada- dizem que suas lideranças locais estão sendo atropeladas e que, se vier uma &#8220;janela&#8221;, migram para o DEM, já. Imagino que para o PSDB também. E são dezenas.</p>
<p>EB- Alguma conclusão mais? </p>
<p>CM- É um quadro paradoxal, mas comum em política. Vitórias esmagadoras são quase sempre o prelúdio de conflitos intransponíveis. Sempre é bom vencer. Mas de forma avassaladora atrai desintegração interna dos vencedores, ruídos, tremores e terremotos.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cesarmaia.com.br/2011/01/entrevista-cesar-maia-fala-sobre-as-disputas-no-dem/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Conversa com Cesar Maia</title>
		<link>http://www.cesarmaia.com.br/2010/12/conversa-com-cesar-maia/</link>
		<comments>http://www.cesarmaia.com.br/2010/12/conversa-com-cesar-maia/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 03 Dec 2010 15:42:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Cesar Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cesarmaia.com.br/?p=3662</guid>
		<description><![CDATA[Do Blog de Eduardo Homem de Carvalho &#8211; 30/11/10 Na tarde dessa terça-feira o blogueiro bateu um papo rápido com o ex-prefeito César Maia. Confira! 1) Que análise o senhor faz dos últimos acontecimentos no Complexo do Alemão? Isso já &#8230; <a href="http://www.cesarmaia.com.br/2010/12/conversa-com-cesar-maia/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Do<a href="http://eduardohomemdecarvalho.blogspot.com/2010/11/curto-e-rapido-conversa-com-cesar-maia.html"> Blog de Eduardo Homem de Carvalho</a> &#8211; 30/11/10</p>
<p>Na tarde dessa terça-feira o blogueiro bateu um papo rápido com o ex-prefeito César Maia. Confira!</p>
<p>1) Que análise o senhor faz dos últimos acontecimentos no Complexo do Alemão? Isso já era esperado?<br />
R- Já havia sido feito com apoio da Força Nacional e depois suspenso. Necessário e atrasado.</p>
<p>2) Em sua opinião porque razão o tráfico ficou tão forte, e porque o surgimento das milícias?<br />
R- Porque as cidades com aeroporto e porto &#8211; internacionais &#8211; passaram a ser corredores de exportação de cocaína para a Europa. As milicias ressurgem afastando o tráfico de drogas com a intenção inicial dos proprios policias terem onde sua familia morar. Depois entram num esquema de extorsão, mais ou menos suave.</p>
<p>3) Aliás, organizações criminosas tipo pcc, cv, ada, etc se espalham e crescem e já falam em se unirem, o sr. acha isso possível?<br />
R- Em SP foi assim.</p>
<p>4) Com  perspectiva dos jogos olimpicos e a da copa o governo do RJ responde dizendo que vai aumentar a repressao, essa é a saída? Será que vão fazer do RJ uma grande área ocupada por forças de segurança?<br />
R- Assim foi na Eco-92. Assim foi no PAN. São 2 ou 3 semanas.</p>
<p>5) Política. O que o senhor acha da aliança entre PT e PMDB?<br />
R- Necessidade reciproca: para ter base parlamentar de um lado e para ter espaço do outro.</p>
<p>6) Como é que o senhor vê essa queda de braço entre Palocci, José Dirceu e Michel Temer que não querem ele na Casa Civil?<br />
R- Já está superado.</p>
<p>7) O senhor acha que Dilma vai conseguir administrar essas disputas dentro do governo?<br />
R- Só o tempo dirá.</p>
<p>8 ) Qual a perspectiva de futuro do DEM?<br />
R- Continua como quarto partido. Com uma candidatura competitiva a presidente recupera seus espaços. Mesmo que seja com Aécio.</p>
<p>9) Embora o senhor tenha dito que não concorreria mais, o senhor reviu seu ponto de vista e pensa em disputar as próximas eleições?<br />
R- Não penso nisso.</p>
<p>10) Economia. O senhor é economista. A dívida pública brasileira é a que mais cresce no mundo por causa dos altos juros. O senhor acredita na inacapacidade de pagamento, cedo ou tarde?<br />
R- Não. Mas 2011 será um ano muito dificil pela situação externa devido ao cambio sobre-valorizado e ao déficit fiscal nominal de 3% do PIB.</p>
<p>11) Lula falou que a classe media subiu mas o salário não valorizou, o que aconteceu foi um grande endividamento pela população. Isso pode redundar numa quebradeira, num calote, começando, por exemplo, na área da habitação, o que aliás foi o estopim para a grande crise fimanceira americana?<br />
R- Já vem sendo assim. Os bancos tem alargado os prazos.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cesarmaia.com.br/2010/12/conversa-com-cesar-maia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Candidatos, pesquisas e feiticeiros</title>
		<link>http://www.cesarmaia.com.br/2010/10/candidatos-pesquisas-e-feiticeiros/</link>
		<comments>http://www.cesarmaia.com.br/2010/10/candidatos-pesquisas-e-feiticeiros/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 08 Oct 2010 20:38:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Cesar Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cesarmaia.com.br/?p=3569</guid>
		<description><![CDATA[Trechos do artigo (El País-20/09) de José Andrés Torres Mora, professor de Sociología e deputado socialista. 1. Quando eu penso sobre a relação dos sociólogos eleitorais (analisando pesquisas), com os políticos, sempre me recordo de uma piada contada pelos antropólogos &#8230; <a href="http://www.cesarmaia.com.br/2010/10/candidatos-pesquisas-e-feiticeiros/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Trechos do artigo (El País-20/09) de José Andrés Torres Mora, professor de Sociología e deputado socialista.</p>
<p>1. Quando eu penso sobre a relação dos sociólogos eleitorais (analisando pesquisas), com os políticos, sempre me recordo de uma piada contada pelos antropólogos sobre uma aldeia de índios Hopi, perto de um observatório meteorológico. Depois de uma longa seca, os índios começaram a pressionar o novo feiticeiro da aldeia para que fizesse a dança da chuva. O bruxo tentou adiar a cerimônia para ver se chovia. A pressão da tribo culminou em ameaças sérias. Encurralado, o feiticeiro organizou a cerimônia e depois da tribo dançar até tarde da noite, disse aos índios que antes de dormir tirassem todos os seus potes para coletar água. Quase ao amanhecer, o feiticeiro fugiu da aldeia. Mas antes foi até o observatório meteorológico e ali viu um homem com um casaco branco, se aproximou dele e perguntou: &#8220;Você poderia me dizer se vai chover hoje?&#8221;.  O homem respondeu sem hesitar: &#8220;Sim&#8221;. O feiticeiro perguntou ao cientista: &#8220;Como você pode ter tanta  certeza?&#8221;, ao que o cientista respondeu: &#8220;Porque os índios da aldeia lá embaixo colocaram seus potes para recolher a água da chuva.&#8221;</p>
<p>2. Ao se escolher um candidato exclusivamente a partir das pesquisas se produz uma tautologia: o melhor candidato é aquele que segundo a pesquisa tem maior probabilidade de vencer. No entanto, é possível pensar que o melhor candidato, coincidindo ou não com a pesquisa, é aquele que tem mais competência na hora de resolver os problemas,  aquele que demonstra maior coragem moral frente à injustiça, aquele que tem o melhor projeto ou qualquer outra qualidade que você acha ser importante para governar, e que sendo conhecida será também reconhecido pelos eleitores como algo valioso.    As coisas mudam como resultado de nossas ações, e muitas vezes em um sentido diferente do que o esperado.</p>
<p>3. Em pesquisa, a uma pergunta impossível, uma resposta inútil. A política não pode ser reduzida a uma ciência, seja econômica, sociológica ou qualquer outra. A política tem de responder aos problemas que não tenham uma solução científica. A política tem a ver com as decisões cujas consequências são incalculáveis, para as quais não existe uma resposta verdadeira, mas um acordado razoável e apoiada por uma maioria. Alguns acreditam que é suficiente contratar as melhores agências de marketing eleitoral para ganhar uma eleição, que há um método científico para eleger os candidatos e fazer os programas.</p>
<p>4. Nada disso é verdade. Uma decisão política é mais parecida com a aposta de um empreendedor do que com um cálculo matemático. Nenhum sociólogo assumiria, por fazer a estimativa de um resultado eleitoral, a mesma responsabilidade que um arquiteto para a estabilidade de um edifício. Não haverá ninguém a quem reclamar se elegermos o candidato que diz a pesquisa e não o que temos vontade. Não há uma apólice de seguros ou uma empresa que seja responsável pelos danos, são os militantes que terão de arcar com as consequências.</p>
<p>5. Por isso, o melhor conselho que podemos dar a aqueles que vão escolher, é que votem naquele que conscientemente consideram o que melhor os representa e a sua causa, e não aquele apontado por um feiticeiro disfarçado com um jaleco branco de sociólogo. Algo tem as pesquisas que, em nosso país, o legislador proibiu publicá-las alguns dias antes da eleição. A pesquisa que se apresentava, mostrava um mapa da opinião antes da deliberação, mas a democracia não consiste somente em votar, mas sim fazê-lo depois de ter deliberado livremente.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cesarmaia.com.br/2010/10/candidatos-pesquisas-e-feiticeiros/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O 2o turno é outra eleição? Tv muda!</title>
		<link>http://www.cesarmaia.com.br/2010/10/o-2o-turno-e-outra-eleicao-tv-muda/</link>
		<comments>http://www.cesarmaia.com.br/2010/10/o-2o-turno-e-outra-eleicao-tv-muda/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 08 Oct 2010 20:37:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Cesar Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cesarmaia.com.br/?p=3567</guid>
		<description><![CDATA[1. Está mais que comprovado que, para o eleitor, ter tempo de TV significa ter força e poder vencer. Não é decisivo, mas tem um peso muito grande. Um candidato a presidente ou governador sem tempo de TV é percebido &#8230; <a href="http://www.cesarmaia.com.br/2010/10/o-2o-turno-e-outra-eleicao-tv-muda/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>1. Está mais que comprovado que, para o eleitor, ter tempo de TV significa ter força e poder vencer. Não é decisivo, mas tem um peso muito grande. Um candidato a presidente ou governador sem tempo de TV é percebido pelo eleitor como alguém sem força e sem apoio.</p>
<p>2. Por isso, um candidato que tem muito tempo de TV no primeiro turno e vai para o segundo, deve tomar muito cuidado. Por exemplo. Se tem 10 minutos de TV, e seu adversário 7 minutos, no segundo turno os dois têm tempo igual de 10 minutos. Ou seja: seu adversário cresceu 50% na percepção do eleitor.</p>
<p>3. Antes, o eleitor via -por probabilidade- 50% mais inserções e programas em TV que seu adversário. Agora empata.</p>
<p>4. E mais. Os candidatos a governador que tiveram vitórias exuberantes e que, portanto, são fortes eleitores, já não aparecem mais no segundo turno. São os casos da Bahia, Pernambuco, Estado do Rio e Espírito Santo, por exemplo. Seus programas e inserções recebiam uma overdose de Lula. Isso desaparece.</p>
<p>5. Portanto, o mais provável -se a TV de Serra acertar no ponto- é que a diferença entre os dois caia de muito, com os primeiros dias de TV que recomeça hoje.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cesarmaia.com.br/2010/10/o-2o-turno-e-outra-eleicao-tv-muda/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Por que Dilma passou a se vestir de branco?</title>
		<link>http://www.cesarmaia.com.br/2010/10/por-que-dilma-passou-a-se-vestir-de-branco/</link>
		<comments>http://www.cesarmaia.com.br/2010/10/por-que-dilma-passou-a-se-vestir-de-branco/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 08 Oct 2010 20:36:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Cesar Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cesarmaia.com.br/?p=3564</guid>
		<description><![CDATA[1. Este Ex-Blog perguntou a estilistas por que Dilma teria passado a se vestir de branco. A resposta dos 3 consultados foi a mesma: para lhe dar brilho e luminosidade. Em seguida, este Ex-Blog perguntou a 3 publicitários sobre a &#8230; <a href="http://www.cesarmaia.com.br/2010/10/por-que-dilma-passou-a-se-vestir-de-branco/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>1. Este Ex-Blog perguntou a estilistas por que Dilma teria passado a se vestir de branco. A resposta dos 3 consultados foi a mesma: para lhe dar brilho e luminosidade. Em seguida, este Ex-Blog perguntou a 3 publicitários sobre a razão da busca de brilho e luminosidade para Dilma. A resposta também foi unânime. A expressão de Dilma, de setembro para cá, se tornou mais cansada. O branco ajuda a percebê-la com mais energia.</p>
<p>2. Lula vê Dilma &#8220;abatida&#8221;. Presidente confidencia a aliado preocupação com desânimo de candidata  &#8211;  Folha SP 08/10</p>
<blockquote><p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva externa, em privado, preocupação com o &#8220;abatimento&#8221; de sua candidata à sucessão, Dilma Rousseff (PT), nos últimos dias. Para mudar esse quadro, a reestreia do programa eleitoral na TV, hoje, irá classificar como &#8220;vitória&#8221; com &#8220;votação expressiva&#8221; o resultado de Dilma no primeiro turno.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cesarmaia.com.br/2010/10/por-que-dilma-passou-a-se-vestir-de-branco/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Entrevista à Agência Estado: Em 2010 o Marketing Político foi de 50 anos atrás</title>
		<link>http://www.cesarmaia.com.br/2010/10/entrevista-a-agencia-estado-em-2010-o-marketing-politico-foi-de-50-anos-atras/</link>
		<comments>http://www.cesarmaia.com.br/2010/10/entrevista-a-agencia-estado-em-2010-o-marketing-politico-foi-de-50-anos-atras/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 08 Oct 2010 20:34:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Cesar Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cesarmaia.com.br/?p=3562</guid>
		<description><![CDATA[1 &#8211; O sr acompanha atentamente marketing político ao redor do mundo e aqui no Brasil. O que mudou em termos de marketing nesta eleição? Os candidatos estavam mais engessados, excessivamente guiados por talking points? R- Tivemos uma eleição de &#8230; <a href="http://www.cesarmaia.com.br/2010/10/entrevista-a-agencia-estado-em-2010-o-marketing-politico-foi-de-50-anos-atras/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>1 &#8211; O sr acompanha atentamente marketing político ao redor do mundo e aqui no Brasil.  O que mudou em termos de marketing nesta eleição? Os candidatos estavam mais engessados, excessivamente guiados por talking points?<br />
R- <em>Tivemos uma eleição de marketing politico primário, típico de 50 anos atrás na América Latina com o caudilho orientando o eleitor e ocupando todos os espaços, nas ruas, nas rádios, nos panfletos e agora na TV.</em></p>
<p>2 &#8211; o que o sr acha da estratégia de marketing da Dilma e do Serra?<br />
R- <em>Nenhum dos dois teve estratégia de marketing se usamos como referencia os Estados Unidos e a Grã-Bretanha. Dilma fazia uma comunicação simplista: de quem quer o caudilho, vote em mim. Serra apostou numa continuidade com melhorias e teve que mudar tudo atropelado pelos escândalos que envolveram o Planalto. Marina começou com o discurso de sustentabilidade e século 21, e cresceu em função do voto evangélico e os valores cristãos que professa. Não houve estratégias.</em></p>
<p>3 &#8211; Há um artificialismo na campanha?<br />
R- <em>Não. Há o relançamento do populismo eleitoral dos anos 50. E por isso fenômenos de voto, nessa mesma linha para parlamentares.</em></p>
<p>4 &#8211; Os debates foram muito engessados? O que deveria mudar?<br />
R- <em>Não houve debates se tomamos como referencia os debates nos EUA, Grã-Bretanha, Espanha e França.</em></p>
<p>5 &#8211; E o horário politico, cumpre a função de informar o eleitor?<br />
R- <em>Serve para isso, mas esse ano foi depolitizador: vote em mim porque &#8216;papá&#8217; pede.</em></p>
<p>6 &#8211; Faltam figuras políticas carismáticas na eleição atual, como foram em uma era Jânio Quadros, Juscelino?<br />
R- <em>Faltam agendas. Os caudilhos dos anos 50 tinham agenda. Os de hoje apostam na antipolítica no sentido que os cientistas políticos dão.</em></p>
<p>7 &#8211; Por que o sr acha que não foi eleito?<br />
R- <em>Porque o eleitor decidiu votar em meus adversários que, para eles, representavam quem os apoiava, que aparecia todos os dias na TV. A eleição foi limpa. Mas foi unicórdica. O eleitor sabe por que votou, mas não sabe para que votou.</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cesarmaia.com.br/2010/10/entrevista-a-agencia-estado-em-2010-o-marketing-politico-foi-de-50-anos-atras/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Meu muito obrigado</title>
		<link>http://www.cesarmaia.com.br/2010/10/meu-muito-obrigado/</link>
		<comments>http://www.cesarmaia.com.br/2010/10/meu-muito-obrigado/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 08 Oct 2010 20:18:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Cesar Maia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cesarmaia.com.br/?p=3552</guid>
		<description><![CDATA[Amigos, Chegamos ao fim de mais uma campanha. Uma jornada na qual vocês voluntários mostraram-se incansáveis e demonstraram entusiasmo e bravura no processo eleitoral. Foram às ruas, mobilizaram na internet e multiplicaram votos. Registro aqui o meu muito obrigado! Sabemos &#8230; <a href="http://www.cesarmaia.com.br/2010/10/meu-muito-obrigado/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Amigos,</p>
<p>Chegamos ao fim de mais uma campanha. Uma jornada na qual vocês voluntários mostraram-se incansáveis e demonstraram entusiasmo e bravura no processo eleitoral. Foram às ruas, mobilizaram na internet e multiplicaram votos. Registro aqui o meu muito obrigado!</p>
<p>Sabemos que o resultado da eleição ficou aquém do que imaginávamos. Mas a força mostrada por vocês nos faz vitoriosos e não é hora de desanimar! Até o dia 31 ainda temos muito trabalho.</p>
<p>Convoco a todos a não desistirem e continuarmos caminhando. Agora cabe a todos nós dedicação máxima ao segundo turno de Serra. Deixemos passar esse segundo turno, para em novembro fazermos nossas avaliações e recomeçarmos a caminhada. A política é cíclica por natureza. Mas o próprio tempo corrige com paciência e talento. E é isso que acontecerá se continuarmos com este entusiasmo!</p>
<p>Conto com vocês!</p>
<p>CM</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cesarmaia.com.br/2010/10/meu-muito-obrigado/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

